Mãe

fabricar o ser, torna o vínculo anímico.

o desconforto

dores

são esquecidas no momento da troca dos olhares

entre a cria e a criadora.

no meio de porcarias, cheiro desagradável, choros intermináveis,

noites mal dormidas e a insegurança da criação, 

nasce a correspondência e a cumplicidade dos dois seres.

amor materno.

o homem

traz em si  a  invídia natural  o vazio maternal,

jamais algo tão intenso, irracional, imortal, atemporal

irá somar.

o quanto igual a você eu queria ser, eu queria ter.

 

~ por Alan em Maio 9, 2008.

4 Respostas to “Mãe”

  1. adorei gostaria de bbaixar outras mensagems como esta adoro esse tipo de mwensagens

  2. Que lindo, Alan… Amei o poema. Homenagem tão sincera! :-)
    Tá sumido vc, heim? Saudades…
    Bj

  3. Lindo e verdadeiro!

  4. Somehow i missed the point. Probably lost in translation :) Anyway … nice blog to visit.

    cheers, Concoct.

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