
“… Sou o novo, sou o antigo
Sou o que não tem tempo
O que sempre esteve vivo
Mas nem sempre atento
O que nunca lhe fez falta
O que lhe atormenta e mata
Sou o certo, sou o errado
Sou o que divide
O que não tem duas partes
Na verdade existe …”
Mal necessário (Mauro Kwitko)
~ por Alan em Dezembro 1, 2008.
Publicado em artes do cotidiano
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